Após a repercussão de áudios compartilhados pela mãe de uma paciente que procurou atendimento na unidade de saúde do distrito, a direção da unidade se manifestou para esclarecer os fatos e explicar o funcionamento do atendimento noturno.
Segundo a diretora (Juliana Lins), a paciente chegou à unidade por volta das 18h10. Na ocasião, apenas uma Agente Comunitária de Saúde (ACS) estava presente, pois as profissionais plantonistas ainda não haviam chegado – elas encerram o expediente em outro distrito às 18h e iniciam o plantão local às 19h. A ACS, ao perceber que a paciente não estava bem, orientou que procurasse ajuda imediata no Batista (FARMÁCIA) ou no Romero (FARMÁCIA), já que a ambulância da unidade estava em outra ocorrência.
A diretora também explicou que, embora tenha sido acionada por telefone, não visualizou a ligação imediatamente, pois, ao chegar em casa, se dedica aos cuidados com a filha e aos estudos. No entanto, a senhora Eliana, servidora da unidade, foi até o local e liberou a medicação necessária para aliviar os sintomas da paciente.
Ela reforça que há, sim, atendimento noturno na unidade, mas os horários de chegada dos profissionais são compatíveis com a logística e distância entre os distritos. “A equipe plantonista precisa encerrar o expediente em um local para então iniciar no outro, o que exige um tempo de deslocamento”, afirmou.
O caso chamou a atenção da comunidade, pois repercutiu em grupos de WhatsApp antes de ser reportado pelo site Ponta do Abunã, e reacende o debate sobre a necessidade de reforçar a cobertura de saúde nos horários excedentes ao atendimento da unidade básica de saúde do distrito.
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